Diz a minha mãe:
- A Cathy esteve aí a fazer uma construção mas não percebo o que é. Ela diz que é uma piscina mas não me parece nada...
Fiquei a olhar e à primeira vista de piscina aquilo não parecia ter nada:

Olhei melhor.
Será?
- Cathy a piscina tem pé?
- Não tem pé - diz ela
- Onde?
- Aqui. Não tem pé. Oooh!
- E ali em baixo tem pé?
- Sim!
Nem mais! A Cathy desenhou a piscina em corte.
Na parte plana, onde está o martelo de um jogo, é um menino representado no sítio onde tem pé (precisou de fazer um extensão às pernas com a seringa).
Brincámos então um pouco e a Cathy pegou no cabeça de martelo e levou-o para a parte funda da piscina.
- Não tem pé (gritos de aflição)
Entrei no jogo
- Bate as pernas, assim o menino vai acima!
Eu subia o menino e ela voltava a po-lo para baixo.
- Ai! Não tem pé!
Resolvi a situação com uma pinça para a salada (das peças da cozinha que ali estavam espalhadas). Atravessei-a no pescoço do cabeça de martelo e lá ficou a boiar.
- Olha, agora o menino tem uma bóia, já não vai ao fundo ves? Não faz mal.